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Quatro tendências para o futuro das lojas físicas

Analistas projetam aquilo o que consideram como as quatro principais tendências para as lojas físicas; confira!

Imagem de Alexa por Pixabay

Em meio a tanta tecnologia, conceitos e estratégias, alguém arriscaria a apontar as principais tendências para o futuro das lojas físicas? Recentemente, a Insider Intelligence projetou aquilo que ela considera como as quatro principais tendências para as lojas.

Evidente que  o comércio eletrônico explodiu no início da pandemia e seguirá em ascensão. Por outro lado, as pessoas voltaram às lojas físicas e para os varejistas é preciso fazer com que essa volta às ruas se transforme também em boas vendas.

Veja quatro tendências para o futuro das lojas físicas

Ampliação de serviços em lojas físicas

Ir além do seu core business é uma das tendências. Quem aponta essa tendência é o analista Yory Wurmser. Em seu podcast para a Insider Intelligence, “Behind the Numbers: Reimagining Retail“, o especialista relata que os cuidados com a saúde estão chegando às lojas de diversos segmentos nos EUA.

Por lá, alguns segmentos estão apostando nessas ampliações. As farmacêuticas Walgreens e CVS Health já estão oferecendo serviços médicos. Além de promover o bem-estar, segundo Wurmser, as marcas entenderam que essa oferta atrai potenciais compradores para o varejo.

Pagamentos sem caixa

A tecnologia de pagamentos sem caixa, conhecida como “Just Walk Out” – já está em uso – ainda vai levar um tempo para se popularizar, no entanto ela seguirá como uma grande potência no varejo. Segundo analistas da Insider Intelligence, fazê-la em escala ainda levará tempo. Para Blake Droesch, a Amazon está anos à frente nesse serviço e alcançá-la exigirá muito esforço dos demais players.

Automação, me surpreenda!

Uma das tendências apontadas pelo analista Yory Wurmser é a de que as lojas instalarão mais quiosques automatizados em locais inesperados. Áreas de descanso em aeroportos, por exemplo, aproveitarão ainda mais o poder das novas tecnologias e a força das marcas para impulsionar vendas extras com novos produtos e serviços nesses quiosques.

Entrega de última milha e novas receitas

Jeremy Goldman, diretor da Insider Intelligence, avalia que as empresas de entrega de última milha “gastaram muito em branding e lealdade”, então, por que não alavancar?

Goldman argumenta que essa é uma previsão arrojada, mas, se os centros de entrega já existem, por que não vender coisas neles? A exemplo da pulverização de “mercados express” de grandes redes, essas empresas de entrega de última milha poderiam aproveitar seus galpões para obter receitas extras.

Goldman e Wurmser argumentam que as empresas hoje estão “sentadas em todos esses dados”, e se você pensar em “crescimento incremental” e novas receitas você deve olhar para coisas como essa.

Vale lembrar que durante o NRF Retail’s Big Show 2022, evento que reuniu, no início de janeiro, os principais nomes do mercado mundial, marcas, executivos e especialistas em varejo, em Nova York, as novas possibilidades das lojas físicas foram amplamente discutidas.

Apesar do avanço do digital, esses pontos de venda ganharam novas funções, onde o modelo phygital,  passou a ganhar maior relevância nos últimos anos. Atrelado a esse modelo, a experiência do cliente se torna decisiva para o sucesso das varejistas em cada ponto da jornada do consumidor, sobretudo, com as novas gerações de consumidores.

Muito além da popularização do PIX, dos QR codes e Wi-Fi livre, os próximos anos devem ser decisivos para a consolidação de novos ecossistemas em negócios para as lojas físicas. Não apenas do ponto de vista das experiências para os clientes, mas, de todo o potencial de crescimento envolvido nessa trajetória do setor.

 

Fonte: Consumidor Moderno

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